Mostrando postagens com marcador Crianças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crianças. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Dificuldades na Fala das Crianças




Dificuldades na fala são comuns nos primeiros anos de vida da criança, mas devem ser observadas quanto à resolução espontânea


As primeiras palavras pronunciadas de forma errada por crianças costumam ser vistas com graça e admiração por adultos. Falar palavras de maneira equivocada, como “amalelo”, é corriqueiro e normal até certa idade. Mesmo sendo bonitinhos no começo, os erros desse tipo precisam ser observados se evoluem de modo favorável ou não. 


O desenvolvimento da fala geralmente ocorre da seguinte forma: 
• Com um ano de idade, a criança fala aproximadamente três a cinco palavras. 
• Com um ano e meio, cerca de vinte palavras já fazem parte do vocabulário dos pequenos. 
• Entre um ano e meio e dois anos, o vocabulário chega próximo de 50 palavras e já há a construção de frases simples. 
•Aos três anos, cerca de metade do que as crianças falam é pronunciado sem erro. Nessa faixa etária, elas já contam histórias e acontecimentos. 
• Com quatro anos, praticamente todos os sons são pronunciados corretamente, podendo haver dificuldade em apenas alguns fonemas mais complicados. 


Dificuldades 
As dificuldades na fala devem ser observadas para que não comprometam a comunicação da criança durante a vida escolar. Até os dois anos, no entanto, o atraso da fala não deve ser preocupante. O mais importante nessa idade é verificar se a criança entende o que é dito ou solicitado a ela. Existindo essa compreensão por parte da criança, é pouco provável que existam problemas mentais e de audição. 


A partir dos dois anos, a criança pode apresentar gagueira, porque ela pensa depressa, mas ainda fala devagar, ou seja, um vocabulário maior já está presente, mas o processo de busca da palavra correta e sua articulação ainda não estão maduros. Não se deve corrigi-la, pois é um sintoma normal, que desaparece rapidamente. Caso se prolongue por vários meses, é recomendada a procura por um profissional especializado. 
A troca do erre (R) pelo ele (L) também é bastante comum no início do desenvolvimento da fala e normal até aproximadamente os três anos de idade. 


Alguns sinais são determinantes no desenvolvimento saudável da linguagem das crianças. Por isso, consulte um pediatra se, aos dois anos, seu filho não imitir sons ou palavras e/ou não usar frases com duas palavras. 


Dicas para os pais ajudarem o desenvolvimento da fala dos filhos: 


• Converse com eles; 
• não ridicularize os erros de linguagem; 
• ensine as palavras de forma clara, correta e com paciência; 
• não se expresse de maneira infantilizada, pois as crianças costumam repetir o que ouvem; 
• fale com clareza o nome do objeto solicitado pelos pequenos. 


É importante também que os pais levem suas observações e questionamentos ao pediatra, pois o tempo da consulta pode ser insuficiente para que o profissional consiga observar as alterações na fala. Além disso, algumas crianças ficam tímidas diante do médico e não se expressam verbalmente. 


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Óculos escuros para crianças



A exposição solar sem proteção pode causar problemas a longo prazo. Há vários modelos bacanas para seu filho usar todos os dias.

Se o seu filho não tem óculos escuros, vale a pena providenciá-los. Não existe idade mínima para começar a usá-los (com 8 meses ele já pode ganhar um), mas a partir dos 2 anos não dá para postergar o hábito. Quanto mais as crianças se expõem ao sol, mais necessários são os óculos – e estamos falando também de brincadeiras em parques ou no quintal de casa. Os olhos delas são mais sensíveis que os do adulto. A exposição visual sem proteção pode causar, a longo prazo, perda da visão central. Mas não compre óculos de camelôs, porque não há garantia de que as lentes tenham proteção UVA e UVB. Os modelos abaixo, segundo os fabricantes, protegem contra esses raios.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Que comida é essa?




Basta colocar um alimento desconhecido no prato para as crianças olharem aquilo como se fosse um alienígena. A recusa é imediata. Quando elas ainda são bebês, o desprezo pelo novo alimento acontece de maneira mais, digamos, rudimentar: é sumariamente cuspido para fora da boca. Não é um problema. Não é doença. Não precisa de tratamento. A maioria (cerca de 77%) dos bebês e crianças têm neofobia alimentar, receio ao alimento novo. É um fenômeno natural do crescimento e estaria ligado à necessidade de sobreviver ao ambiente, pois nunca se sabe se o alimento novo é seguro ou venenoso. Outras razões, ligadas ao comportamento e ao exercício do poder infantil de querer determinar o que comer, explicaria a recusa. Se eles não aceitam, isso não quer dizer que os pais têm de desistir de oferecer.


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Benefícios da Natação




Com certeza você já deve ter ouvido falar que a prática da natação é muito benéfica a saúde de qualquer pessoa, mas o que acontece é que apesar da natação ser uma técnica bastante antiga, ainda há muitas pessoas que desconhecem tais benefícios que ela oferece.


Pois bem, segundo especialistas, a natação é um esporte completo, pois mexe com toda a musculatura de nosso corpo, nos ajuda a perder centenas de calorias, enrijece nossos músculos e define a silhueta, além de ser uma excelente atividade para nos ajudar a relaxar a mente e também ativar a memória, pois esse esporte garante uma ótima oxigenação em nosso cérebro. Saiba também que os especialistas recomendam a prática da natação desde bebê, pois ajuda a desenvolver um sistema respiratório mais resistente, tornando os pequenos menos propensos a desenvolver doenças respiratórias e alergias. Além de todos esses excelentes benefícios da natação, não podemos esquecer ainda que a prática desse esporte é também um ótimo combatente do estresse, pois devido a grande concentração exigida no momento dos movimentos e também da respiração, faz com que nossas tensões e estresse do dia a dia sejam aliviados, o que a torna uma ótima opção para esquecermos dos problemas do cotidiano. 


Você que estava pensando em se matricular em uma aula de natação ou colocar seus filhos para praticá-la não tem mais dúvidas, pois os benefícios oferecidos através desse esporte são infinitos, sendo indicado para pessoas de todas as idades.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O que as Crianças precisam comer - 2 à 6 anos




Alimentação
Os itens da fase anterior mais alientos ricos em vitamina C, zinco e fibras.


Características
Proteínas ajudam no desenvolvimento muscular, vitamina C previne infecções, zinco, a anemia, e as fibras regulam o intestino


Observação
É preciso atentar ao consumo de produtos industrializados, altamente calóricos 




Fontes: Maria Camila Borges Domingos, nutricionista da área de pediatria do Hospital Santa Catarina (SP); José Spolidoro, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (Sbnpe); Eurico Mendonça , endocrinologista do Hospital Infantil Sabará; Fábio Ancona Lopez, nutrólogo e pediatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Paula Canavó, nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Pantufas para Pais & Filhos




Eu não pude resistir quando vi estes sapatos Dance for Father and Daughter, o que você precisa é de um pouco de tempo para usar com seu filho. Eles são feitos de feltro, vêm em um monte de tamanhos complicados, há dois conjuntos de pés e custa  € 95 Euros para a entrega na Finlândia. Claro que tudo pode depender se o pai pode dançar ... Dance for Father and Daughter vieram de uma fábrica finlandesa de feltro. Você pode comprar estes sapatos no site da Company.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Gps para controlar o seu filho!






Agora você pode manter os olhos em seu filho em todos os momentos com este dispositivo pequeno, mais sofisticado, que combina a tecnologia GPS e celular para fornecer atualizações de localização em tempo real. O pequeno e leve, transmissor Buddy cabe facilmente em uma mochila, lancheira ou outro recipiente, tornando mais fácil e discreto para o seu filho levar. Você pode verificar a localização a qualquer momento usando um smartphone ou computador. Verificações de segurança personalizáveis, permitem-lhe estabelecer horários específicos e os locais onde seu filho deveria estar - por exemplo, na escola - fazendo com que o dispositivo possa alertá-lo com uma mensagem de texto se o seu filho deixa a área designada durante esse tempo. Você pode adquirir este Gadget no site da Bestbuy por US$100 dólares.


Fonte: TargetHD



quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Paracetamol pode prejudicar a ação das vacinas no organismo das crianças



Quantas vezes você levou seu filho para vacinar e ficou tentada a dar algumas gotinhas de antitérmico para que ele não tivesse febre depois? Cuidado. Essa atitude pode atrapalhar a resposta imunológica do organismo em relação à vacina.

Cientistas checos analisaram o ingrediente ativo acetaminofeno, presente no paracetamol (um tipo de antitérmico), e a reação que ele causa no organismo quando é dado para a criança logo após a vacinação para prevenir uma eventual febre.

Para a pesquisa, publicada na revista científica The Lancet, e financiada pela GlaxoSmithKline Biologicals (Bélgica), foram analisados 459 bebês saudáveis. Desses, 226 receberam três doses profiláticas (ou seja, antes do sintoma da febre aparecer) de paracetamol a cada 6 ou 8 horas após receber a vacinação. Os resultados mostraram que, no grupo que recebeu a dose do remédio, a concentração de anticorpos foi mais baixa se comparada com aqueles que não tomaram paracetamol.

Para Marco Aurélio Sáfadi, pediatra e infectologista do Hospital Albert Eisntein(SP) e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), esse pode ser um indicativo de que a proteção da vacina é menor quando a criança toma o remédio antes mesmo de apresentar febre. “A indicação do medicamento quando a criança apresenta o sintoma é segura porque a resposta imune da vacina já começou e não haverá interferência”, diz. Ele alerta os pais para que a prática de dar esse tipo de antitérmico como prevenção seja abolida e, como qualquer medicamento, só ser oferecido à criança com indicação do pediatra.

10 Mandamentos para criar um filho único




1. Se ter apenas um filho for uma opção, é bom deixar claro para ele. Isso pode evitar chantagens sentimentais. Não sendo uma decisão do casal, não cometer o erro de sentir culpa por não ter tentado com mais afinco ter outros filhos. Geralmente, isso leva os pais a procurarem compensar o "coitadinho", fazendo as vontades e não estabelecendo limites. Pais que decidiram ter filho único são mais realistas e tranquilos, porque sentem que fizeram a escolha certa. 


2. Uma criança que se sente valorizada demais pelos pais, ou que recebe excesso de atenção, pode crescer achando que o mundo lhe deve alguma coisa. Resultado: sofre mais com as inevitáveis decepções. 


3. Como filhos únicos são precoces, costumam achar crianças da mesma idade bobinhas para o seu gosto. Isso ocorre, em geral, aos 7 ou 8 anos e é mais do que recomendável incentivá-los a conviver e interagir com colegas um pouco mais velhos, em vez de só fazerem programas de adulto.


4. Quando não há irmãos, a criança pode ficar dependente demais dos pais para tudo, da ajuda com o dever de casa às brincadeiras. Ela precisa aprender a se virar sozinha, pois o pai e a mãe não estarão sempre dispostos e/ou disponíveis. 


5. Querer dar a seu filho o que você não teve não é nenhum pecado. Mas providenciar o que ele quer segundos depois de manifestar o desejo é acostumá-lo mal. Numa família com mais crianças, cada uma tem de aprender a esperar sua vez. E aprender a esperar é uma lição vital. 


6. Seu filho único é o único filho que você tem, não a segunda chance dos pais de realizarem um sonho pessoal, tipo tornar-se uma bailarina clássica ou um craque de futebol. Se a criança perceber que esperam alguma coisa dela (e geralmente percebe), vai se esforçar para atingir um objetivo que pode não ser o que realmente quer na vida. 


7. Filhos únicos tendem a ser perfeccionistas, um mal que costumam compartilhar com primogênitos de famílias mais numerosas. Até aí, nada de mal, desde que os pais segurem o impulso de dar um jeitinho extra na arrumação que ele próprio fez da cama ou dos brinquedos. Não se deve esquecer que o melhor possível para uma criança não tem nada a ver com o melhor possível para um adulto. 


8. Irmãos implicam uns com os outros e essa é uma boa maneira de aprenderem a se defender melhor. Quem não tem essa experiência pode desenvolver uma sensibilidade exagerada às pequenas maldades que as crianças fazem entre si naturalmente e se magoar com mais facilidade. É importante os pais ficarem atentos para situações assim e explicarem que essas coisas costumam acontecer mesmo e não têm nada demais. 


9. Os pais devem aceitar o fato de que seu filho único vai se machucar um pouco. Se isso não acontecer, nunca vai crescer. Deixe-o experimentar alguma adversidade, por mais duro que seja. Vai doer mais em você do que nele, pode acreditar. O que ele mais precisa é do seu tempo e da sua coragem para virar as costas e deixá-lo respirar. 


10. Não é possível nem razoável dar tudo para uma criança, única ou não. Não há nada mais prazeroso para qualquer pessoa do que o sabor da conquista. O que vai definir se ela é feliz ou triste é a convivência harmoniosa na família, a boa educação (o que nada substitui) e o apoio dos pais, que não significa apenas passar a mão na cabeça, mas saber dar uma boa bronca quando for preciso. Tudo isso pode ser resumido numa regra simples: para seu Pequeno Príncipe ser feliz, se sentir amado e aprender a amar vivendo no mundinho particular dele, deve saber, sem sombra de dúvida, que tem sinal verde e incentivo para voar alto, mas sem ultrapassar certos limites, importantes para toda criança.


domingo, 18 de outubro de 2009

Instinto Materno




Mulheres que engravidam depois dos 40 têm quatro vezes mais chance de chegar aos 100 anos. Essa é uma das conclusões do grupo da Universidade de Boston que participa do célebre New England Centenarian Study, dedicado a acompanhar uma coorte de homens e mulheres que ultrapassaram a invejável marca de um século de vida, sonhada mesmo pelos que negam até a morte o desejo de atingi-la.


Os autores do estudo atribuem tal achado a um possível retardo no processo de envelhecimento associado à ocorrência da gravidez numa época em que a concentração de hormônios sexuais já se encontra em declínio. A tempestade hormonal e os mediadores neuroquímicos liberados durante as fases de gestação e aleitamento teriam a propriedade de contrabalançar deficiências cognitivas relacionadas com a menopausa, proteger melhor o cérebro e conduzir à longevidade.


Do ponto de vista evolutivo, nós, mamíferos, descendemos dos répteis, animais que se acasalam, botam ovos em esconderijos aquecidos e vão cuidar da vida pessoal; o futuro da prole não lhes diz respeito. Na transição para animais que amamentam seus filhotes, há mais ou menos 90 milhões de anos, nossos antepassados optaram por estratégias mais responsáveis: manter os filhos no útero materno para nascer com maior probabilidade de sobrevivência, amamentá-los e defendê-los das agressões externas até serem capazes de andar com as próprias pernas.


C. Kinsley e K. Lambert, no número de janeiro da revista Scientific American, fazem uma revisão sobre esse tema. Virtualmente, dizem eles, “nos mamíferos, todas as fêmeas sofrem profundas mudanças comportamentais durante a gravidez e a maternidade, porque o que antes era um organismo devotado a suas necessidades e à sobrevivência individual, agora precisa concentrar-se nos cuidados e no bem-estar dos filhos”.


Na década de 1940, foi demonstrado que estrogênios e progesterona, os hormônios sexuais femininos, modulam respostas como agressão e sexualidade em cachorros, gatos e ratos. Mais tarde, ficou claro que esses hormônios sexuais, juntamente com a prolactina, mensageiro essencial à produção de leite, são fundamentais para a adoção do comportamento materno.


Nos últimos vinte anos, além desses hormônios, foram descritos mediadores químicos que também exercem influência no comportamento materno através de ação direta sobre o sistema nervoso central. É o caso das endorfinas, produzidas pela hipófise e pelo hipotálamo para combater os efeitos nocivos da dor, mediadores liberados em quantidades crescentes à medida que a gestação se aproxima do final, com o objetivo de reduzir o sofrimento causado pelas dores do parto e de contribuir para a instalação do comportamento maternal.


No momento do parto, a hipófise e o hipotálamo secretam, ainda, ocitocina, hormônio que estimula as contrações uterinas e a liberação do leite. A ocitocina, também produzida na fase de amamentação em resposta à sucção do leite através do mamilo, estimula o hipocampo, área cerebral envolvida no processamento da memória e do aprendizado.


O mais interessante é que uma vez disparado pelos hormônios e mediadores citados, o comportamento materno diminui sua dependência deles: a simples presença do filho se torna suficiente para mantê-lo. Exames do cérebro de ratas em época de aleitamento mostram que ocorre ativação de uma área cerebral conhecida como núcleo acumbens, na qual se integram neurônios encarregados das sensações de reforço e de recompensa, mecanismos semelhantes aos envolvidos na dependência de drogas. Curiosamente, ratas tornadas dependentes de cocaína, quando colocadas diante do dilema da escolha entre a droga e os filhotes recém-nascidos, dão preferência a estes.


Uma área do hipotálamo feminino denominada mPOA guarda relação importante com o comportamento materno. Em ratos, a injeção de morfina nessa região desestrutura a ligação mãe-filho. Mas, outras áreas cerebrais estão envolvidas nesse relacionamento: a amígdala e o córtex cingulado, estações para onde confluem os circuitos de neurônios que transmitem sinais relacionados com as emoções e o medo.


A ativação dessas áreas em animais de laboratório tem profundo impacto no comportamento materno. A ação dos hormônios e dos mediadores citados tem a finalidade de reduzir o medo e a ansiedade e de proporcionar maior habilidade de orientação espacial (característica que não é o forte feminino), para dar coragem às fêmeas para abandonar o ninho, achar alimentos com mais facilidade e encontrar rapidamente o caminho de volta para proteger os filhotes com unhas e dentes, como só as mães sabem fazer. 


É muito provável que o desafio de engravidar e de garantir a sobrevivência da prole induza alterações persistentes no cérebro materno, capazes de interferir com as emoções, memória, aprendizado e de explicar a facilidade com a qual as mulheres executam múltiplas tarefas simultâneas.


Filhos pequenos são seres totalmente dependentes, mamam a cada três horas, sujam fraldas, esfolam os mamilos maternos, choram por qualquer necessidade e ainda custam caro. Que mulher agüentaria esse inferno com o cérebro de moça virgem?


Fonte: Site Dr. Drauzio Varela

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O Sal no alimento das crianças



Qual é a quantia de sal que você coloca na comida de sua família? Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo revelou que nas casas brasileiras a quantidade de sódio consumida por dia é de 4,5 g por pessoa. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que a ingestão desse nutriente não ultrapasse 2 g diárias.

Hoje, as crianças têm cada vez mais cedo doenças até então consideradas de adultos, como a hipertensão. Por isso, o cuidado com o consumo de sal deve começar desde a primeira papinha que você prepara para o seu filho.

Isso não quer dizer que a comida fique sem sabor. “A refeição deve ser gostosa. Para isso, além da variação dos ingredientes no preparo da sopa, é preciso incluir temperos frescos, como cheiro verde, cebola, alho poró e azeite de oliva”, diz Maria Amparo Martinez Descalzo, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP).

Essas medidas saudáveis entram no lugar dos caldos, de carne ou galinha, usados para temperar a comida. Dados do estudo mostram que a maior parte do sódio consumido (76,2%) pelos brasileiros vem do sal da cozinha e de condimentos à base desse sal. “Esses caldos devem ser sempre evitados e, principalmente, nunca oferecidos a crianças abaixo de 2 anos”, afirma Amparo. Uma dica da especialista é cozinhar a papinha sem sal, colocando uma pitada na porção que for servir à criança.

Os industrializados, como os salgadinhos e comidas prontas, também entram para a lista dos vilões em quantidade de sódio. E atrapalham o paladar da criança. “Se a criança comeu uma batatinha antes do almoço, por conta do seu sabor acentuado e marcante, ela vai achar a refeição sem graça”, diz a pediatra. Não é que a criança esteja proibida de consumir esse tipo de alimento, mas eles não devem fazer parte do dia a dia.

O mesmo vale para os sucos de caixinha e refrigerantes, que contêm sódio. Substitua-os por sucos de frutas naturais e água. Ela, aliás, é responsável pelo bom funcionamento do rim. “A criança precisa aprender a toma-la desde bebê”, afirma Amparo. Todos esses cuidados servem como prevenção de doenças na vida adulta, como as renais e os acidentes vasculares.

5 Coisas sobre os cabelos das Crianças



1 - Até o 6º mês, os bebês têm cabelo fetal - fios fininhos e, às vezes, mais claros. Depois desse período, gradativamente os fios engrossam. Até 2,3 anos os fios continuam sendo trocados.

2 - O cabelo da criança pode, sim, ser lavado todos os dias. A temperatura da água deve ser morna e os produtos precisam ser infantis, por não agredirem a pele do bebê.

3 - A genética define o tipo do fio. Mas falta de zinco e de proteína na alimentação, por exemplo, pode deixá - los mais quebradiços.

4 - Há bebês que nascem mais cabeludos que outros. E no 1º ano de vida, o cabelo de alguns demoram mais para nascer.

5 - Eles ficam lindos, claro, mais deixar os fios muito longos só aumentam o suor e a sensação de calor. E atrapalham quando caem nos olhos.



quarta-feira, 14 de outubro de 2009

10 Passos para seu filho ser um Bom Leitor



1. Leia em voz alta com ele. Explore livros e outros materiais de leitura – revistas, jornais, folhetos, almanaques, manuais de instruções, cartazes, placas... Todo material impresso pode ser útil e ocasionar um momento de troca centrado na leitura.

2. Ofereça a ele um ambiente rico em palavras: faça atividades com leitura, mesmo com bebês e crianças bem pequenas, e continue fazendo com as crianças que já estão na escola.

3. Converse com ele e escute-o quando fala. Isso ajuda MUITO no desenvolvimento da linguagem oral.

4. Peça para ele recontar histórias ou informações que você leu em voz alta para ele. Só tome cuidado para que isso não acabe virando aula! Não é esse o espírito da proposta; precisa ser algo agradável e descontraído.

5. Incentive-o a desenhar e fazer de conta que escreve as histórias que ouviu. Peça, depois, que “leia” em voz alta. Parece absurdo? Não é. Afinal, ele passa o tempo fazendo de conta que cozinha, que dirige carros, que luta com inimigos perigosos, que é médico ou professor... Não se esqueça: a idéia é brincar de ler.

6. Dê o exemplo: faça com que ele veja você lendo e escrevendo. Não faça a bobagem de dizer que ele deve aprender a ser diferente de você, que não gosta de ler! O que conta não é o que você discursa sobre leitura, escrita, estudo: é o que você oferece como exemplo.

7. Vá à biblioteca regularmente com seu filho. Se for uma biblioteca de empréstimo, é bom cada um ter sua própria ficha de inscrição.

8. Crie uma biblioteca em casa e uma biblioteca pessoal para a criança, onde ela se acostume a guardar os livros e a buscá-los. Na hora de comprar presentes para seu filho, lembre-se dos livros! De quebra, ele ganha competência para lidar com o mundo e abertura da imaginação.

9. Faça um pouco de mistério, para aguçar a curiosidade. Por exemplo: você tem três livros na mão e diz à criança que ela pode escolher entre dois livros. Ela certamente vai dizer que são três, e não dois. Você faz de conta que se enganou, e põe um deles de lado. Adivinha qual deles ela vai querer... Use sua imaginação. Tudo isso é jogo, mas o resultado é que seu filho ganha sempre – e para toda a vida.

10. Leve seus filhos em atividades culturais, como Hora do Conto ou teatro infantil.


FONTE: INSTITUTO ECOFUTURO

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Como evitar acidentes com crianças



Muitas mães acham desnecessário ficar em cima da criança o tempo todo, mas saiba que um simples e rápido descuido pode causar acidentes desastrosos. Alguns dos mais comuns são: cortes, arranhões, picadas de insetos, torções, quedas, queimaduras e até intoxicação e envenenamentos.

Para evitar esses desagradáveis acontecimentos é necessário não desgrudar os olhos da criança e claro, tomar uma série de cuidados para evitar esses tipos de acidentes, veja alguns:

• Nunca se esqueça de guardar remédios e produtos de limpeza em lugares altos e de preferência trancados, pois os pequenos são extremamente observadores e por isso se atentarem no momento em que você for guardar esses produtos.

• Evite guardar alimentos que as crianças gostam como doces ou biscoitos em lugares altos ou prateleiras em cima de armários ou fogão, pois eles podem tentar subir para pegar o alimento desejado.

• Verifique sempre a situação dos brinquedos, pois jamais devem estar com peças soltando ou quebradas, pois podem tanto cortar a criança como ser um objeto perigoso para levarem até a boca.

• Cuidado com portas ou gavetas que podem prender o dedinho do pequeno.

• Evite transportar substancias quentes ou fumar quando uma criança estiver por perto.

• Não deixe aparelhos perigosos ao alcance deles, como secadores de cabelo, máquinas ou aparelhos de barbear ou depilar, entre outros.

• Evite tapetes sem antiderrapantes pela casa.

• Proteja as tomadas elétricas com protetores especiais.

• Nunca deixe o ferro de passar ligado enquanto vai fazer outra coisa.

E, por fim explique os cuidados e os perigos de tudo às crianças, pois assim ela irá adquirindo a noção do perigo aos poucos.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Projetor de vídeos para Crianças






Projetor  Torpedo Entertainment tem capacidade de projetar uma imagem a 1,82m de distância, com resolução de 940×240. O projetor vem com entradas a/v e para fone de ouvido, alto falante e amplificador embutidos e funciona com a maioria dos modelos de DVD player , consoles de video game, câmeras digitais, iPod, aparelhos de tv a cabo/satelite e até mesmo PCs (se o cartão de video for standard). Preço: US$170.

Guarda-Chuva UFO



Confira o UFO Cap Umbrella que irá confundi-lo se é um guarda-chuva ou um chapéu! Você pode dizer que é um pouco de ambos para protegê-lo de pingos de chuva caindo sobre sua cabeça. Este guarda-chuva inovador não tem uma alça, para que possa dobrá-la e mantê-lo em sua bolsa ou mochila. Ao contrário de um guarda-chuva, que deixa as mãos livres. Gostaria totalmente de promovê-lo, mas você não acha que vai ser alvo de muitas piadas se você andar pela rua vestindo isso? Decida se a conveniência ou estilo é mais importante.

Fonte: Gizmodiva

Estabeleça uma rotina e ajude o seu filho a dormir como um anjo



1. Espere o sono chegar:
Se a criança não demonstra o mínimo cansaço, nem adianta colocá-la para dormir. Observe quando os bocejos ficam freqüentes, e os olhos, baixos. Esse é o momento em que o organismo dela escolheu para descansar. Aí, sim, é hora de ir para a cama.

2. Seja pontual:
Assim que descobrir o horário de sono do seu filho, faça com que ele seja cumprido diariamente.

3. Nada de agito:
Exigir que o pequeno durma logo depois de correr, pular ou se exaltar com brincadeiras estimulantes é jogo sujo. Diminua o ritmo das atividades à noite.

4. Capriche no ritual:
Sem um motivo convincente, seu filho não irá sozinho para o quarto. O segredo é criar momentos agradáveis antes de levá-lo ao berço ou à cama. Uma idéia é apostar no bom e velho trio: alimentação, banho e historinha.

5. Não dê trela para barganhas:
Crianças têm um invejável poder de persuasão e estão sempre dispostas a testar os seus próprios limites e os dos pais. Deixar que elas fiquem no comando é um péssimo negócio para quem quer uma noite de paz. A dica é: seja firme!

6. Crie um ambiente familiar:
Uma cama vazia num quarto escuro não é nada atraente para a criança. Alguns detalhes podem tornar o espaço mais receptivo. O amigo de dormir - um cobertor ou um ursinho que não solte pêlos - costuma ser ótima companhia, além de transmitir segurança. Se o seu filho adora os lápis coloridos, pendure uma das suas obras de arte perto da cama ou do berço. Assim o quarto vai ganhando a cara e o jeitinho dele.

7. Apague as luzes:
Essa dica é importante principalmente para quem tem bebês com menos de 3 meses. Associar a escuridão à hora do sono ajuda a criança a entender que existem diferenças entre dia e noite - algo que ela ainda não sabe. Os maiores também ficam mais tranqüilos no escuro. Afinal, quando as luzes se acendem, os olhos preferem explorar o que há ao redor e a criança se esquece de dormir.

8. Maneire na comida:
Se a criança tiver fome, não se preocupe, ela dará sinais. Não precisa ficar acordando o pequeno no meio da noite para mamar ou fazer lanchinhos. Essa insistência só serve para atrapalhar o sono. Fora isso, os petiscos noturnos favorecem as cáries.


Quer saber mais? Aqui vão duas dicas de livros com orientações detalhadas que também irão ajudar a lidar com a questão:

Nana, Nenê - Como Resolver o Problema de Insônia do Seu Filho,de Eduard Estivill e Sylvia de Béjar, editora Martins Fontes.

Bom Sono - Guia Completo para Pais, com Orientações para os Problemas de Sono de Seus Filhos, de Richard Ferber, editora Celebris.


Fonte: Bebe Abril

Um terço das crianças usa internet sem supervisão de adultos




Cerca de 3 em cada 10 crianças de 8 a 11 anos acessam a internet sozinhas, o número cresce para 60% em jovens de 12 a 15 anos.  Uma em cada cinco crianças de 5 a 7 anos também usa internet sem a presença de um adulto, segundo o órgão regulador britânico OfCom.
35% dos jovens entre 12 e 15 anos e 16% daqueles com idade entre 8 e 11 anos tem acesso à internet direto de seus quartos. Os números são 15 e 7 pontos percentuais maiores do que os encontrados em 2007.
Quase a metade dos pais diz usar ferramentas de controle da internet e programas que filtram os sites disponíveis, mas mais de 1 em cada 10 não sabiam que era possível usar recursos para limitar o acesso de seus filhos. Apesar disto, três quartos se dizem preocupados com que pessoas possam entrar em contato com seus filhos.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Pegador de Massa Divertido




Faça dos seus almoços em família muito mais divertido com o pegador de Massa Pastasaurus Server, onde ele irá ajudá-lo a servir o espaguete. O Pastasaurus Server vem com um design ergonómico para segurar ao lado do pasta-snaring dentes que facilita o trabalho de servir o espaguete. Feitos de plástico, você pode comprar essa utensílio de cozinha por US$7,99 no site da Perpetual kid .

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Informática na Educação




A infomática tem trazido uma grande revolução na área da Educação, pelo fato da capacidade de poder levar um grande número de conhecimento em tanto pouco tempo e com muita facilidade. As possibilidades de novas técnicas que contamos hoje para beneficiar a Educação são infinitas, sem contar que a cada dia que passa o custo para esse tipo de investimento tem se tornado cada vez menor. 


Tendo por base alguns pensamentos, o uso do computador na Educação somente auxiliaria na informatização dos meios convencionais de aprendizado. Mas, diante de uma visão bem mais ampla a informática em conjunto com a educação tem um maior poder, pois além de auxiliar, ainda complementa e faz com que o aluno tenha a chance de construir o seu próprio conhecimento. Por isso, é que todas as escolas devem se aprefeiçoar cada vez mais em relação a esse assunto, criando e mantendo laboratórios de computadores cada vez mais soisticado, de modo a oferecer cada vez mais ferramentas e possibilidades para o aluno construir e desenvolver seu conhecimento. Pois, essas máquinas em conjunto com seus programas e todas as suas ferramentas tem o poder de instigar o interesse da criança e também do jovem a adquirir cada vez mais conhecimento daquilo que lhe é pedido e também por assuntos particulares a cada pessoa, como a profissão por que cada uma pretende seguir. 


O que nada tem a ver com a insegurança que certos profissinais da educação passam a sentir, temendo em um primeiro momento que essas máquinas possam vir em substituição a um papel antes reservado apenas para o ser humano, pois o papel do professor é insubstituível, a informática é só um método de complementação profunda.