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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Grávida e Linda no Verão



Qual é o melhor tipo de depilação e clareamento dos pêlos?
Normalmente, aquele com que você está acostumada. O único método totalmente proibido é o laser. Às vezes, grávidas que ganharam muito peso podem ter foliculite (infecção causada por pêlo encravado) na virilha, por causa do atrito. Aí é melhor optar pela gilete, pois as depilações com cera facilitam o encravamento. Falando nelas, é bom tomar cuidado com as quentes, pois a temperatura pode pigmentar a pele e aumentar o surgimento de veias vermelhas nas pernas. Os cremes depilatórios devem ser evitados por precaução, já que não há estudos liberando ou proibindo seu uso. Se você é adepta do clareamento, faça-o apenas com água oxigenada, sem amônia, a partir do segundo trimestre.


Posso tomar sol?
Sim, mas é bom diminuir a exposição. Durante a gravidez, há um aumento do hormônio que controla a melanina, substância responsável pela pigmentação da pele. Isso significa que você vai se bronzear em menos tempo, mas o risco de manchar-se é maior. Para se proteger, passe filtro solar com proteção UVB e UVA todos os dias a cada quatro horas. O fator de proteção deve ser 35, no máximo, pois quanto maior o FPS, mais substâncias químicas o protetor contém. Na hora de se bronzear, vale a conhecida regra de evitar o sol das 10 h às 16 h e usar chapéu. Mas não fique triste se não conseguir um dourado uniforme: é difícil queimar todas as partes do corpo com o barrigão. O bronzeamento artificial não é aconselhado – não por causa do bebê, mas pelo bem da sua pele. Já os autobronzeadores que contêm L-eritrulose na fórmula são considerados de uso tópico (não penetram profundamente na pele) e, por isso, são permitidos após o terceiro mês.


Como manter a pele hidratada?
Primeiro, beba muito líquido, como água mineral, de coco e sucos. Quando estiver no sol, borrife água termal (encontrada nas farmácias) no rosto, pescoço e colo, para nutrir as células da pele e ainda combater o envelhecimento. Evite banhos quentes, use sabonete neutro, que é menos agressivo, e passe hidratante específico para gestantes pelo menos duas vezes ao dia. Se quiser usar óleos, prefira os essenciais, com vitamina E e extrato de calêndula vermelha. Lembre-se de não passar nos mamilos, para prepará-los para a amamentação.


É possível prevenir celulites e estrias?
O melhor jeito é não engordar demais e fazer uma atividade física leve. Como você retém líquidos na gravidez, e eles facilitam o surgimento desses problemas, corte o excesso de sal da dieta e aposte em frutas com casca e verduras verde-escuras cruas. Para evitar tanto as estrias quanto a celulite, use óleos e hidratantes indicados para gestantes. Aplique-os fazendo massagens circulares nas áreas que mais esticam (barriga, mama, quadris e culote) desde o primeiro mês. Avise seu médico se perceber coceiras nessas regiões e vista roupas que não comprimam a barriga. Tratamentos e cremes específicos para minimizar esses problemas só estão liberados após o período de amamentação.


É possível combater o inchaço?
Sim. A drenagem linfática manual é um santo remédio e seu obstetra indica a melhor hora para começar. No procedimento, você deve ficar de lado, com a cabeça levemente elevada. À medida que a barriga cresce, os movimentos nessa região serão limitados. Como no calor as veias dilatam, a tendência a inchar é ainda maior; portanto, além de cortar o sal e ingerir muita água, é bom variar de posição (se ficar muito em pé, sente um pouco). Durante as manhãs, quando a temperatura é branda, suporte as meias elásticas. No decorrer do dia, mexa os pés e, quando sentada, deixe as pernas apoiadas em outra cadeira. Na hora de dormir, coloque os pés para cima. 






Fontes: Ana Cristina Fasanella, Ana Lúcia Recio, Carla Góes Sallet, Denise Steiner, todas dermatologistas. Revista Crescer, edição de janeiro/2010

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Dificuldades na Fala das Crianças




Dificuldades na fala são comuns nos primeiros anos de vida da criança, mas devem ser observadas quanto à resolução espontânea


As primeiras palavras pronunciadas de forma errada por crianças costumam ser vistas com graça e admiração por adultos. Falar palavras de maneira equivocada, como “amalelo”, é corriqueiro e normal até certa idade. Mesmo sendo bonitinhos no começo, os erros desse tipo precisam ser observados se evoluem de modo favorável ou não. 


O desenvolvimento da fala geralmente ocorre da seguinte forma: 
• Com um ano de idade, a criança fala aproximadamente três a cinco palavras. 
• Com um ano e meio, cerca de vinte palavras já fazem parte do vocabulário dos pequenos. 
• Entre um ano e meio e dois anos, o vocabulário chega próximo de 50 palavras e já há a construção de frases simples. 
•Aos três anos, cerca de metade do que as crianças falam é pronunciado sem erro. Nessa faixa etária, elas já contam histórias e acontecimentos. 
• Com quatro anos, praticamente todos os sons são pronunciados corretamente, podendo haver dificuldade em apenas alguns fonemas mais complicados. 


Dificuldades 
As dificuldades na fala devem ser observadas para que não comprometam a comunicação da criança durante a vida escolar. Até os dois anos, no entanto, o atraso da fala não deve ser preocupante. O mais importante nessa idade é verificar se a criança entende o que é dito ou solicitado a ela. Existindo essa compreensão por parte da criança, é pouco provável que existam problemas mentais e de audição. 


A partir dos dois anos, a criança pode apresentar gagueira, porque ela pensa depressa, mas ainda fala devagar, ou seja, um vocabulário maior já está presente, mas o processo de busca da palavra correta e sua articulação ainda não estão maduros. Não se deve corrigi-la, pois é um sintoma normal, que desaparece rapidamente. Caso se prolongue por vários meses, é recomendada a procura por um profissional especializado. 
A troca do erre (R) pelo ele (L) também é bastante comum no início do desenvolvimento da fala e normal até aproximadamente os três anos de idade. 


Alguns sinais são determinantes no desenvolvimento saudável da linguagem das crianças. Por isso, consulte um pediatra se, aos dois anos, seu filho não imitir sons ou palavras e/ou não usar frases com duas palavras. 


Dicas para os pais ajudarem o desenvolvimento da fala dos filhos: 


• Converse com eles; 
• não ridicularize os erros de linguagem; 
• ensine as palavras de forma clara, correta e com paciência; 
• não se expresse de maneira infantilizada, pois as crianças costumam repetir o que ouvem; 
• fale com clareza o nome do objeto solicitado pelos pequenos. 


É importante também que os pais levem suas observações e questionamentos ao pediatra, pois o tempo da consulta pode ser insuficiente para que o profissional consiga observar as alterações na fala. Além disso, algumas crianças ficam tímidas diante do médico e não se expressam verbalmente. 


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Óculos escuros para crianças



A exposição solar sem proteção pode causar problemas a longo prazo. Há vários modelos bacanas para seu filho usar todos os dias.

Se o seu filho não tem óculos escuros, vale a pena providenciá-los. Não existe idade mínima para começar a usá-los (com 8 meses ele já pode ganhar um), mas a partir dos 2 anos não dá para postergar o hábito. Quanto mais as crianças se expõem ao sol, mais necessários são os óculos – e estamos falando também de brincadeiras em parques ou no quintal de casa. Os olhos delas são mais sensíveis que os do adulto. A exposição visual sem proteção pode causar, a longo prazo, perda da visão central. Mas não compre óculos de camelôs, porque não há garantia de que as lentes tenham proteção UVA e UVB. Os modelos abaixo, segundo os fabricantes, protegem contra esses raios.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Conheça a Síndrome do Bebê sacudido!



Um chacoalhão em bebês é extremamente prejudicial para a saúde deles. Esse ato, também conhecido como a síndrome do bebê sacudido, em geral acontece em casos extremos, quando a criança sofre agressões num momento de descontrole de quem está cuidando dela e a balança com força pelos braços, num movimento para frente e para trás sem apoio da cabeça.

“O bebê pequeno tem a cabeça maior que o corpo, com o pescoço mole, sem a musculatura bem desenvolvida. Ao fazer movimentos bruscos, de extrema aceleração e desaceleração, podem ocorrer lesões cerebrais”, diz Márcia Sanae Kodaira, pediatra e coordenadora médica da unidade de emergência e internação do pronto atendimento infantil do Hospital Santa Catarina (SP).

Porém, em casos mais raros e sem a intenção dos cuidadores, isso pode acontecer. Um dos exemplos é de quando o bebê engasga e, no desespero, os pais o sacodem para que volte a respirar normalmente. Uma das maneiras para ajudar o bebê a soltar o leite que por acaso voltou e virá-lo de lado, nunca balançá-lo com força.

As sequelas podem ser transitórias ou definitivas. Segundo a especialista, muitas crianças podem ter retardo de desenvolvimento neuropsicomotor, surdez e até lesões oftalmológicas sem que nunca o diagnóstico seja relacionado às sacudidas bruscas. Em 30% dos casos, o bebê pode morrer.

Mas fique calma e não confunda! A síndrome do bebê sacudido não tem nada a ver com as brincadeiras que você faz com o seu filho, o embalar nos braços, num balancinho para bebês ou as chacoalhadas que o carrinho faz ao caminhar pelas ruas. O que faz mal é o movimento brusco, não o carinho que você dá para o seu filho.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O que fazer se seu filho está com alergia dermatológica?




A doença que mais leva crianças pequenas ao dermatologista é a dermatite atópica. Os sintomas são vermelhidão e coceira. Ela atinge entre 10% e 20% da população brasileira – não há dados específicos sobre a incidência em crianças. No Japão, chega a 50%. Uma das explicações seria a poluição, mas essa alergia ainda não tem causa definida. Nos bebês, aparece primeiro no rosto. Nos mais velhos, nas partes externas das dobras. Os joelhos e os cotovelos são as primeiras vítimas.


“Agora ele tem alergia” Como assim?!
Sim, de uma hora para outra, seu filho pode ter alergia a coisas que ele nunca teve. Chama-se dermatite de contato. O organismo passa a reconhecer um determinado produto como “inimigo”. Quando aquilo que causa alergia encosta na pele da criança, como alguns metais e até a fralda, por exemplo, provoca reações, como inchaço.


Situação de estresse
A chegada de um irmãozinho, mudança de casa, separação dos pais. Quando a criança passa por uma situação de estresse pode desenvolver alguma alergia de pele. Essa é uma informação importante para contar para o médico.


Exames 
O teste de contato, feito nas costas, é usado para descobrir a causa das crises alérgicas. Cada quadradinho colocado tem possíveis alérgenos. Em geral, é preciso ficar mais de um dia com ele. Pode causar coceira. O teste sanguíneo, chamado Rast, que verifica mais de 20 substâncias, mostra a quais alérgenos seu filho pode ter reações. O médico vai definir o melhor exame para cada caso. Não faça automedicação. Quando aparecer um sintoma, leve seu filho ao médico

Brinco de prata ou bijuteria 
Alergia à prata ou bijuteria não é comum em crianças pequenas, mas pode acontecer. Não adianta passar um impermeabilizador na haste na tentativa de criar uma barreira entre o metal e a pele. Tem que parar de usar sem dó. A solução são os modelos de ouro.


Bebê cheiroso (demais...) 
O número de produtos de higiene que seu bebê usa pode indicar por que ele tem alergia. “A criança só precisa de xampu e sabonete neutro”, afirma Flávia Addor, dermatologista. Se quiser passar perfume, ponha um pouco na roupa, nunca direto na pele. Para as crianças que têm cabelo crespo, use condicionador apenas nas pontas dos fios. E talco, nunca!


Como tirar a caspa do recém-nascido? 
Na verdade não é caspa, mas, sim, a crosta seborreica. Você pode usar óleo mineral para retirá-la. Passe na cabeça do bebê meia hora antes do banho e tire, sem forçar, na hora da lavagem. Com o tempo, regride ou diminui. Se isso não acontecer, fale com o médico.


Cuidado com as picadas de..
...pernilongo Só nos Estados Unidos, 2 milhões de pessoas são alérgicas à picada de insetos – no Brasil não existe dados específicos. Você pode usar repeletentes infantis no seu filho a partir de 6 meses de vida. Não deixe de ler as recomendações de uso na embalagem. Para tratar as lesões, procure um especialista. Não é exagero, não. Algumas pomadas, por exemplo, não podem ser usadas se a criança for exposta ao sol. Elas podem causar alergia.


...formiga A dica para tratar picadas de pernilongos vale para as formigas também. Não existe uma maneira de evitá-las, mas você pode colocar um lençol em cima da grama para proteger seu filho durante a brincadeira.


...aranha Não tente tratar em casa. Corra para o pronto-socorro. Se conseguir, coloque a aranha que causou o ferimento em um pote e leve com você. Assim, o médico pode dar para a criança o soro específico para o veneno.


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Que comida é essa?




Basta colocar um alimento desconhecido no prato para as crianças olharem aquilo como se fosse um alienígena. A recusa é imediata. Quando elas ainda são bebês, o desprezo pelo novo alimento acontece de maneira mais, digamos, rudimentar: é sumariamente cuspido para fora da boca. Não é um problema. Não é doença. Não precisa de tratamento. A maioria (cerca de 77%) dos bebês e crianças têm neofobia alimentar, receio ao alimento novo. É um fenômeno natural do crescimento e estaria ligado à necessidade de sobreviver ao ambiente, pois nunca se sabe se o alimento novo é seguro ou venenoso. Outras razões, ligadas ao comportamento e ao exercício do poder infantil de querer determinar o que comer, explicaria a recusa. Se eles não aceitam, isso não quer dizer que os pais têm de desistir de oferecer.


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Câncer de Mama na Gravidez




Apesar de ser uma doença rara na gravidez, é também bem mais difícil de ser diagnosticada quando se espera um filho: as mamas maiores e os altos índices de hormônios ajudam a esconder o tumor. Paralelo a isso, como reflexo dos tempos modernos, as mulheres estão engravidando bem mais tarde. E isso significa maiores chances de se desenvolver um câncer de mama. Por isso, é importante estar alerta sobre a doença. Veja como ela ocorre na gravidez e quais os métodos mais eficazes de diagnóstico. 


> Incidência
Somente 0,2% a 3,8% dos casos de câncer de mama diagnosticado antes dos 50 anos irá ocorrer em mulheres grávidas. A incidência está entre um caso para cada 3.000 a 10.000 gestações. Portanto, são casos raros e as grávidas apresentam menor risco do que as não-grávidas. O fato é que a mulher moderna quer ter filho em idade cada vez mais avançada, tornando a incidência de câncer de mama maior. 


> Diagnóstico
É mais difícil detectar este câncer em mulheres grávidas, pois os altos índices hormonais na gravidez na glândula mamária dificultam a percepção pela mãe ou pelo médico do tumor. Além disso, como as mamas ficam maiores, o auto-exame fica mais difícil de ser feito. Por isso, a primeira consulta do pré-natal é muito importante, pois os seios da mulher ainda não estão muito inchados e qualquer alteração é mais perceptível. Os exames de imagem, como ultrassonografia e mamografia, sempre com proteção abdominal, podem ser realizados com segurança em qualquer etapa da gravidez. Na suspeita de câncer, a biópsia com agulha ou cirúrgica com retirada de tecidos tira todas as dúvidas sobre o diagnóstico. 


> Tratamento
Depende do estágio em que se encontra a doença e do mês da gravidez. Na grande maioria das vezes, a cirurgia mais utilizada é a mastectomia. A cirurgia com a retirada parcial da mama poderá ser realizada após o quarto mês da gestação. Quando houver risco da doença se disseminar pelos demais órgãos, a quimioterapia pode ser usada a partir do quarto mês. Já a radioterapia e hormonioterapia têm contra-indicação absoluta na gravidez pelo risco de dano fetal. As cirurgias de reconstrução mamária também devem ser feitas mais pra frente, pelo risco de complicações. 


> Conseqüências para o bebê
Os tratamentos cirúrgicos preconizados não afetam a criança. Os casos de quimioterapia são mais delicados e existem relatos pequenos de complicações fetais, desde prematuridade, malformações e em alguns casos, morte. Na grande maioria das vezes, a criança sai ilesa.


CONSULTORIA: IVO CARELLI FILHO, PAI DE IVO, É PRESIDENTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA REGIONAL SÃO PAULO E RESPONSÁVEL PELO SETOR DE MASTOLOGIA DA FACULDADE DE MEDICINA DO ABC. 


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Carrinho de bebê vendido no Brasil causa amputações em crianças nos EUA



Mamães que têm esses modelos de carinho ou que pretendem comprar, fiquem atentas:


QUATRO MODELOS DA MARCA INGLESA MACLAREN SÃO VENDIDOS NO BRASIL – OS MESMOS QUE CAUSARAM 12 ACIDENTES COM BEBÊS


Quatro modelos de carrinhos de bebê da marca Maclaren vendidos no Brasil passaram por um recall nos EUA após relatos de que 12 crianças tiveram dedos das mãos amputados. O recall de cerca de um milhão de carrinhos foi anunciado pela fabricante inglesa Maclaren e pelo CPSC, órgão de defesa do consumidor do governo americano. Segundo a fabricante dos carrinhos, os consumidores que adquiriram os produtos devem interromper o uso imediatamente. As amputações foram causadas por uma dobradiça que permite aos pais fechar o carrinho para levá-lo na mão. Como essa peça não é coberta, o recall pretende tampar essa parte por meio de um kit que será entregue ao consumidor. 


Apesar de não ter havido casos no Brasil, a preocupação paira entre os pais, já que os modelos da marca vendidos no país continuam disponíveis à venda nas lojas através da única importadora e revendedora dos produtos há oito anos, a Brasbaby. Segundo o Ministério da Justiça, a Maclaren será obrigada a fazer o mesmo recall para os consumidores brasileiros caso fique constatado que seus carrinhos trazem a mesma peça que causou as amputações nos EUA. A PRO TESTE (Associação de Consumidores) notificou a Brasbaby para que promova logo um recall, antes que ocorra aqui os acidentes que deceparam dedos de crianças nos Estados Unidos.


Os modelos são : Techno XT, Twin Techno, Volo e Quest Sport.


Fonte: Baby Vip




quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Benefícios da Natação




Com certeza você já deve ter ouvido falar que a prática da natação é muito benéfica a saúde de qualquer pessoa, mas o que acontece é que apesar da natação ser uma técnica bastante antiga, ainda há muitas pessoas que desconhecem tais benefícios que ela oferece.


Pois bem, segundo especialistas, a natação é um esporte completo, pois mexe com toda a musculatura de nosso corpo, nos ajuda a perder centenas de calorias, enrijece nossos músculos e define a silhueta, além de ser uma excelente atividade para nos ajudar a relaxar a mente e também ativar a memória, pois esse esporte garante uma ótima oxigenação em nosso cérebro. Saiba também que os especialistas recomendam a prática da natação desde bebê, pois ajuda a desenvolver um sistema respiratório mais resistente, tornando os pequenos menos propensos a desenvolver doenças respiratórias e alergias. Além de todos esses excelentes benefícios da natação, não podemos esquecer ainda que a prática desse esporte é também um ótimo combatente do estresse, pois devido a grande concentração exigida no momento dos movimentos e também da respiração, faz com que nossas tensões e estresse do dia a dia sejam aliviados, o que a torna uma ótima opção para esquecermos dos problemas do cotidiano. 


Você que estava pensando em se matricular em uma aula de natação ou colocar seus filhos para praticá-la não tem mais dúvidas, pois os benefícios oferecidos através desse esporte são infinitos, sendo indicado para pessoas de todas as idades.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O que as Crianças precisam comer - 2 à 6 anos




Alimentação
Os itens da fase anterior mais alientos ricos em vitamina C, zinco e fibras.


Características
Proteínas ajudam no desenvolvimento muscular, vitamina C previne infecções, zinco, a anemia, e as fibras regulam o intestino


Observação
É preciso atentar ao consumo de produtos industrializados, altamente calóricos 




Fontes: Maria Camila Borges Domingos, nutricionista da área de pediatria do Hospital Santa Catarina (SP); José Spolidoro, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (Sbnpe); Eurico Mendonça , endocrinologista do Hospital Infantil Sabará; Fábio Ancona Lopez, nutrólogo e pediatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Paula Canavó, nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz

O que os Bebês precisam comer - 1 à 2 anos




Alimentação
Entram arroz, feijão, legumes, verduras, carne ou frango desfiado. Temperos fortes devem ser evitados


Características
Essencial ao desenvolvimento físico e cognitivo: a falta de ferro causa anemia e a de vitaminas e minerais afeta a visão e a pele. A escassez de carboidratos prejudica a produção de hormônios


Observação
As gorduras não devem ser retiradas do cardápio, pois atuam na formação do cérebro




Fontes: Maria Camila Borges Domingos, nutricionista da área de pediatria do Hospital Santa Catarina (SP); José Spolidoro, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (Sbnpe); Eurico Mendonça , endocrinologista do Hospital Infantil Sabará; Fábio Ancona Lopez, nutrólogo e pediatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Paula Canavó, nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz

O que os Bebês precisam comer - 6 meses à 1 Ano




Alimentação
Papa doce, com frutas, e salgada, com carne e batata, e sucos naturais


Características
Início da alimentação mais completa, já que o leite não supre mais todos os nutrientes necessários


Observação
Gosto e a textura dos alimentos são percebidos pela criança. A papinha industrializada não deve ser oferecida com frequência.




Fontes: Maria Camila Borges Domingos, nutricionista da área de pediatria do Hospital Santa Catarina (SP); José Spolidoro, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (Sbnpe); Eurico Mendonça , endocrinologista do Hospital Infantil Sabará; Fábio Ancona Lopez, nutrólogo e pediatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Paula Canavó, nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz



O que os Bebês precisam comer - Zero à 6 meses




Alimentação
Leite materno


Características
Possui os nutrientes necessários ao desenvolvimento e tem potencial imunológico


Observação
A fórmula infantil (leite especial para bebês) pode substituir o leite materno, caso a mãe não possa amamentar. O leite de vaca é vedado nessa fase




Fontes: Maria Camila Borges Domingos, nutricionista da área de pediatria do Hospital Santa Catarina (SP); José Spolidoro, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (Sbnpe); Eurico Mendonça , endocrinologista do Hospital Infantil Sabará; Fábio Ancona Lopez, nutrólogo e pediatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); Paula Canavó, nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Paracetamol pode prejudicar a ação das vacinas no organismo das crianças



Quantas vezes você levou seu filho para vacinar e ficou tentada a dar algumas gotinhas de antitérmico para que ele não tivesse febre depois? Cuidado. Essa atitude pode atrapalhar a resposta imunológica do organismo em relação à vacina.

Cientistas checos analisaram o ingrediente ativo acetaminofeno, presente no paracetamol (um tipo de antitérmico), e a reação que ele causa no organismo quando é dado para a criança logo após a vacinação para prevenir uma eventual febre.

Para a pesquisa, publicada na revista científica The Lancet, e financiada pela GlaxoSmithKline Biologicals (Bélgica), foram analisados 459 bebês saudáveis. Desses, 226 receberam três doses profiláticas (ou seja, antes do sintoma da febre aparecer) de paracetamol a cada 6 ou 8 horas após receber a vacinação. Os resultados mostraram que, no grupo que recebeu a dose do remédio, a concentração de anticorpos foi mais baixa se comparada com aqueles que não tomaram paracetamol.

Para Marco Aurélio Sáfadi, pediatra e infectologista do Hospital Albert Eisntein(SP) e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), esse pode ser um indicativo de que a proteção da vacina é menor quando a criança toma o remédio antes mesmo de apresentar febre. “A indicação do medicamento quando a criança apresenta o sintoma é segura porque a resposta imune da vacina já começou e não haverá interferência”, diz. Ele alerta os pais para que a prática de dar esse tipo de antitérmico como prevenção seja abolida e, como qualquer medicamento, só ser oferecido à criança com indicação do pediatra.