Mostrando postagens com marcador Gravidez. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gravidez. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Grávida e Linda no Verão



Qual é o melhor tipo de depilação e clareamento dos pêlos?
Normalmente, aquele com que você está acostumada. O único método totalmente proibido é o laser. Às vezes, grávidas que ganharam muito peso podem ter foliculite (infecção causada por pêlo encravado) na virilha, por causa do atrito. Aí é melhor optar pela gilete, pois as depilações com cera facilitam o encravamento. Falando nelas, é bom tomar cuidado com as quentes, pois a temperatura pode pigmentar a pele e aumentar o surgimento de veias vermelhas nas pernas. Os cremes depilatórios devem ser evitados por precaução, já que não há estudos liberando ou proibindo seu uso. Se você é adepta do clareamento, faça-o apenas com água oxigenada, sem amônia, a partir do segundo trimestre.


Posso tomar sol?
Sim, mas é bom diminuir a exposição. Durante a gravidez, há um aumento do hormônio que controla a melanina, substância responsável pela pigmentação da pele. Isso significa que você vai se bronzear em menos tempo, mas o risco de manchar-se é maior. Para se proteger, passe filtro solar com proteção UVB e UVA todos os dias a cada quatro horas. O fator de proteção deve ser 35, no máximo, pois quanto maior o FPS, mais substâncias químicas o protetor contém. Na hora de se bronzear, vale a conhecida regra de evitar o sol das 10 h às 16 h e usar chapéu. Mas não fique triste se não conseguir um dourado uniforme: é difícil queimar todas as partes do corpo com o barrigão. O bronzeamento artificial não é aconselhado – não por causa do bebê, mas pelo bem da sua pele. Já os autobronzeadores que contêm L-eritrulose na fórmula são considerados de uso tópico (não penetram profundamente na pele) e, por isso, são permitidos após o terceiro mês.


Como manter a pele hidratada?
Primeiro, beba muito líquido, como água mineral, de coco e sucos. Quando estiver no sol, borrife água termal (encontrada nas farmácias) no rosto, pescoço e colo, para nutrir as células da pele e ainda combater o envelhecimento. Evite banhos quentes, use sabonete neutro, que é menos agressivo, e passe hidratante específico para gestantes pelo menos duas vezes ao dia. Se quiser usar óleos, prefira os essenciais, com vitamina E e extrato de calêndula vermelha. Lembre-se de não passar nos mamilos, para prepará-los para a amamentação.


É possível prevenir celulites e estrias?
O melhor jeito é não engordar demais e fazer uma atividade física leve. Como você retém líquidos na gravidez, e eles facilitam o surgimento desses problemas, corte o excesso de sal da dieta e aposte em frutas com casca e verduras verde-escuras cruas. Para evitar tanto as estrias quanto a celulite, use óleos e hidratantes indicados para gestantes. Aplique-os fazendo massagens circulares nas áreas que mais esticam (barriga, mama, quadris e culote) desde o primeiro mês. Avise seu médico se perceber coceiras nessas regiões e vista roupas que não comprimam a barriga. Tratamentos e cremes específicos para minimizar esses problemas só estão liberados após o período de amamentação.


É possível combater o inchaço?
Sim. A drenagem linfática manual é um santo remédio e seu obstetra indica a melhor hora para começar. No procedimento, você deve ficar de lado, com a cabeça levemente elevada. À medida que a barriga cresce, os movimentos nessa região serão limitados. Como no calor as veias dilatam, a tendência a inchar é ainda maior; portanto, além de cortar o sal e ingerir muita água, é bom variar de posição (se ficar muito em pé, sente um pouco). Durante as manhãs, quando a temperatura é branda, suporte as meias elásticas. No decorrer do dia, mexa os pés e, quando sentada, deixe as pernas apoiadas em outra cadeira. Na hora de dormir, coloque os pés para cima. 






Fontes: Ana Cristina Fasanella, Ana Lúcia Recio, Carla Góes Sallet, Denise Steiner, todas dermatologistas. Revista Crescer, edição de janeiro/2010

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Câncer de Mama na Gravidez




Apesar de ser uma doença rara na gravidez, é também bem mais difícil de ser diagnosticada quando se espera um filho: as mamas maiores e os altos índices de hormônios ajudam a esconder o tumor. Paralelo a isso, como reflexo dos tempos modernos, as mulheres estão engravidando bem mais tarde. E isso significa maiores chances de se desenvolver um câncer de mama. Por isso, é importante estar alerta sobre a doença. Veja como ela ocorre na gravidez e quais os métodos mais eficazes de diagnóstico. 


> Incidência
Somente 0,2% a 3,8% dos casos de câncer de mama diagnosticado antes dos 50 anos irá ocorrer em mulheres grávidas. A incidência está entre um caso para cada 3.000 a 10.000 gestações. Portanto, são casos raros e as grávidas apresentam menor risco do que as não-grávidas. O fato é que a mulher moderna quer ter filho em idade cada vez mais avançada, tornando a incidência de câncer de mama maior. 


> Diagnóstico
É mais difícil detectar este câncer em mulheres grávidas, pois os altos índices hormonais na gravidez na glândula mamária dificultam a percepção pela mãe ou pelo médico do tumor. Além disso, como as mamas ficam maiores, o auto-exame fica mais difícil de ser feito. Por isso, a primeira consulta do pré-natal é muito importante, pois os seios da mulher ainda não estão muito inchados e qualquer alteração é mais perceptível. Os exames de imagem, como ultrassonografia e mamografia, sempre com proteção abdominal, podem ser realizados com segurança em qualquer etapa da gravidez. Na suspeita de câncer, a biópsia com agulha ou cirúrgica com retirada de tecidos tira todas as dúvidas sobre o diagnóstico. 


> Tratamento
Depende do estágio em que se encontra a doença e do mês da gravidez. Na grande maioria das vezes, a cirurgia mais utilizada é a mastectomia. A cirurgia com a retirada parcial da mama poderá ser realizada após o quarto mês da gestação. Quando houver risco da doença se disseminar pelos demais órgãos, a quimioterapia pode ser usada a partir do quarto mês. Já a radioterapia e hormonioterapia têm contra-indicação absoluta na gravidez pelo risco de dano fetal. As cirurgias de reconstrução mamária também devem ser feitas mais pra frente, pelo risco de complicações. 


> Conseqüências para o bebê
Os tratamentos cirúrgicos preconizados não afetam a criança. Os casos de quimioterapia são mais delicados e existem relatos pequenos de complicações fetais, desde prematuridade, malformações e em alguns casos, morte. Na grande maioria das vezes, a criança sai ilesa.


CONSULTORIA: IVO CARELLI FILHO, PAI DE IVO, É PRESIDENTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA REGIONAL SÃO PAULO E RESPONSÁVEL PELO SETOR DE MASTOLOGIA DA FACULDADE DE MEDICINA DO ABC. 


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Música para o seu Bebê na Gravidez!






Ligue o seu iPod, MP3 player ou iPhone para tocar música para o seu bebê no útero. Com Lullabelly, seu bebê pode desfrutar de muitos benefícios na música na sua gravidez. Ouvir música junto com seu bebê no útero é relaxante e cria uma experiência maravilhosa da ligação com seu filho. E tocando a mesma música após o nascimento pode ajudar seu bebê dormir melhor! Você pode comprar este Gadget por US$ 55 dólares no site da Lullabelly.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Acupuntura na gravidez: benefícios e efeitos




A acupuntura tem um vasto ramo de aplicações. Em grávidas, ela é indicada para aliviar as dores musculares, um dos incômodos mais comuns. Mas os benefícios da terapia milenar chinesa vão além de abrandar os sintomas da lombalgia – dor na lombar causada pela sobrecarga da barriga -, ela colabora para diminuir a prisão de ventre, previne o aumento da pressão arterial e ainda segura a ansiedade, o que, como consequência, colabora para a garantia de um sono tranquilo para as mães. 


A técnica também é usada no momento do nascimento do bebê, seja para aliviar as dores como para auxiliar no trabalho de parto. A designer E.C, 25 anos, é um exemplo do quanto as agulhas são eficientes: “escolhi fazer o parto em uma casa de parto que faz parte da rede pública de Belo Horizonte, onde uma das filosofias é usar métodos não farmacológicos para alívio da dor. A enfermeira-obstetra sugeriu e eu aceitei. Nunca havia feito e nem sabia que funcionava de verdade!”, conta. “Ela aplicou em alguns pontos para ajudar no trabalho de parto, que já estava na metade”. 


Mas vale lembrar: antes de decidir pelo tratamento é preciso conferir o currículo do médico e verificar se ele é integrante da Associação Brasileira de Acupuntura


domingo, 18 de outubro de 2009

Instinto Materno




Mulheres que engravidam depois dos 40 têm quatro vezes mais chance de chegar aos 100 anos. Essa é uma das conclusões do grupo da Universidade de Boston que participa do célebre New England Centenarian Study, dedicado a acompanhar uma coorte de homens e mulheres que ultrapassaram a invejável marca de um século de vida, sonhada mesmo pelos que negam até a morte o desejo de atingi-la.


Os autores do estudo atribuem tal achado a um possível retardo no processo de envelhecimento associado à ocorrência da gravidez numa época em que a concentração de hormônios sexuais já se encontra em declínio. A tempestade hormonal e os mediadores neuroquímicos liberados durante as fases de gestação e aleitamento teriam a propriedade de contrabalançar deficiências cognitivas relacionadas com a menopausa, proteger melhor o cérebro e conduzir à longevidade.


Do ponto de vista evolutivo, nós, mamíferos, descendemos dos répteis, animais que se acasalam, botam ovos em esconderijos aquecidos e vão cuidar da vida pessoal; o futuro da prole não lhes diz respeito. Na transição para animais que amamentam seus filhotes, há mais ou menos 90 milhões de anos, nossos antepassados optaram por estratégias mais responsáveis: manter os filhos no útero materno para nascer com maior probabilidade de sobrevivência, amamentá-los e defendê-los das agressões externas até serem capazes de andar com as próprias pernas.


C. Kinsley e K. Lambert, no número de janeiro da revista Scientific American, fazem uma revisão sobre esse tema. Virtualmente, dizem eles, “nos mamíferos, todas as fêmeas sofrem profundas mudanças comportamentais durante a gravidez e a maternidade, porque o que antes era um organismo devotado a suas necessidades e à sobrevivência individual, agora precisa concentrar-se nos cuidados e no bem-estar dos filhos”.


Na década de 1940, foi demonstrado que estrogênios e progesterona, os hormônios sexuais femininos, modulam respostas como agressão e sexualidade em cachorros, gatos e ratos. Mais tarde, ficou claro que esses hormônios sexuais, juntamente com a prolactina, mensageiro essencial à produção de leite, são fundamentais para a adoção do comportamento materno.


Nos últimos vinte anos, além desses hormônios, foram descritos mediadores químicos que também exercem influência no comportamento materno através de ação direta sobre o sistema nervoso central. É o caso das endorfinas, produzidas pela hipófise e pelo hipotálamo para combater os efeitos nocivos da dor, mediadores liberados em quantidades crescentes à medida que a gestação se aproxima do final, com o objetivo de reduzir o sofrimento causado pelas dores do parto e de contribuir para a instalação do comportamento maternal.


No momento do parto, a hipófise e o hipotálamo secretam, ainda, ocitocina, hormônio que estimula as contrações uterinas e a liberação do leite. A ocitocina, também produzida na fase de amamentação em resposta à sucção do leite através do mamilo, estimula o hipocampo, área cerebral envolvida no processamento da memória e do aprendizado.


O mais interessante é que uma vez disparado pelos hormônios e mediadores citados, o comportamento materno diminui sua dependência deles: a simples presença do filho se torna suficiente para mantê-lo. Exames do cérebro de ratas em época de aleitamento mostram que ocorre ativação de uma área cerebral conhecida como núcleo acumbens, na qual se integram neurônios encarregados das sensações de reforço e de recompensa, mecanismos semelhantes aos envolvidos na dependência de drogas. Curiosamente, ratas tornadas dependentes de cocaína, quando colocadas diante do dilema da escolha entre a droga e os filhotes recém-nascidos, dão preferência a estes.


Uma área do hipotálamo feminino denominada mPOA guarda relação importante com o comportamento materno. Em ratos, a injeção de morfina nessa região desestrutura a ligação mãe-filho. Mas, outras áreas cerebrais estão envolvidas nesse relacionamento: a amígdala e o córtex cingulado, estações para onde confluem os circuitos de neurônios que transmitem sinais relacionados com as emoções e o medo.


A ativação dessas áreas em animais de laboratório tem profundo impacto no comportamento materno. A ação dos hormônios e dos mediadores citados tem a finalidade de reduzir o medo e a ansiedade e de proporcionar maior habilidade de orientação espacial (característica que não é o forte feminino), para dar coragem às fêmeas para abandonar o ninho, achar alimentos com mais facilidade e encontrar rapidamente o caminho de volta para proteger os filhotes com unhas e dentes, como só as mães sabem fazer. 


É muito provável que o desafio de engravidar e de garantir a sobrevivência da prole induza alterações persistentes no cérebro materno, capazes de interferir com as emoções, memória, aprendizado e de explicar a facilidade com a qual as mulheres executam múltiplas tarefas simultâneas.


Filhos pequenos são seres totalmente dependentes, mamam a cada três horas, sujam fraldas, esfolam os mamilos maternos, choram por qualquer necessidade e ainda custam caro. Que mulher agüentaria esse inferno com o cérebro de moça virgem?


Fonte: Site Dr. Drauzio Varela

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Cuidado com a Depressão na Gravidez



O teste de gravidez deu positivo. O bebê com que você tanto sonhou está a caminho. Seu marido ficou maravilhado e está dando um superapoio. Enfim, tudo está correndo bem. Mas, então, por que é tão difícil levantar da cama de manhã? Por que é tão difícil comer, dormir, ver graça nas atividades que antes davam prazer? Se você se reconhece nesse dilema, pode estar com depressão.

A doença atinge de 10% a 20% das mulheres grávidas, e algumas delas podem ter de tomar medicação como forma de tratamento.

Fatores de risco
A gravidez é um momento muito especial na vida da mulher sob todos os pontos de vista: emocionais, biológicos, sociais. A mudança de hormônios e as expectativas com a gestação podem causar as famosas flutuações de humor. A mulher pode ter crises de choro e ficar com a sensibilidade à flor da pele. Isso tudo é normal, comum e não deve ser motivo de preocupação. Algumas mulheres, porém, podem ser mais sensíveis que o normal a essas alterações, e isso pode levar a um caso de depressão.

Antigamente, acreditava-se que a gravidez fosse uma espécie de proteção natural contra a depressão. 'Alguns obstetras ainda acham que a gravidez é um período só de bem-estar', diz o psiquiatra Joel Rennó Jr. Ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação, mas alguns fatores indicam mais chances de a grávida ter o distúrbio.

Mulheres com histórico anterior de depressão, por exemplo, têm mais chances de desenvolver a doença durante a gravidez. Além disso, problemas no casamento, condições socioeconômicas baixas e passar por experiências traumáticas no período também contribuem para a doença. Se a gravidez for indesejada, a chance também aumenta, assim como se houver predisposição genética, ou seja, casos de depressão na família. Mesmo assim, é possível que mulheres que estejam bem, sem qualquer um desses problemas, também desenvolvam a doença.

Tudo cinza
Quando a depressão se instala, a mulher apresenta problemas para se alimentar e para dormir. Ou come demais ou não come nada, ou tem sonolência excessiva ou insônia. A libido diminui, a energia também. A paciente perde o prazer pelas atividades cotidianas, de que normalmente gostava. Pode ter sentimentos de culpa ou pânico, e até mesmo pensamentos suicidas. Curiosamente, as mulheres que ficam deprimidas durante a gravidez pensam em suicídio como em outros períodos da vida, mas o índice de tentativas é bem menor que em qualquer outra época. Nesse caso, a gravidez funciona, sim, como uma espécie de proteção.

Ela se sente culpada, claro. Todos esperam que esteja imensamente feliz, em êxtase. Por isso, muitas gestantes silenciam, e não contam aos médicos ou familiares que estão se sentindo tristes, infelizes. Isso leva a um subdiagnóstico nessa fase. O risco de não se tratar a doença é enorme. Gestantes com depressão tendem a não seguir corretamente as orientações do pré-natal. Não se alimentam nem dormem bem, têm mais chance de fumar e beber.

Afora os riscos causados pelos sintomas, a depressão por si só pode alterar o desenvolvimento do bebê. Ele tem mais chances de nascer prematuro e com baixo peso. Além disso, gestantes com ansiedade ou depressão têm mais chances de ter bebês que terão problemas de sono por volta dos 18 meses, pesquisas realizadas com animais sugerem que pode haver danos na formação de estruturas do sistema nervoso central e até morte de neurônios. 'Ainda não sabemos por que isso ocorre, mas tem a ver com mudanças hormonais, que podem causar alterações no fluxo sangüíneo para o útero', diz o especialista. Diante dos riscos, fica claro que é importante detectar e tratar a doença.


Quais são os sintomas?
Se você se identifica com a maioria das descrições abaixo, converse com seu médico.

- Sentimentos depressivos, tristes, na maior parte do dia, quase todos os dias, por no mínimo duas semanas

- Perda de interesse ou prazer em atividades de que normalmente gosta

- Fadiga, falta de energia

- Inquietude

- Sentimentos de culpa ou de inutilidade

- Dificuldade de se concentrar

- Distúrbios do sono - tem insônia ou dorme demais

- Distúrbios de apetite - come demais ou não sente vontade de comer

- Pensamentos recorrentes de morte ou suicídio

 Como tratar a depressão na gravidez?
Muitas vezes, o primeiro a notar a presença da doença na grávida é o ginecologista. 'A família costuma confundir os sintomas com as flutuações normais de humor', diz a ginecologista Sue Yazak Sun. Por isso, a relação com o obstetra é muito importante para a detecção do distúrbio. 'A mulher deve confiar em seu médico, deve se sentir à vontade para dizer a ele como está se sentindo', diz o psiquiatra Eduardo Navajas Jr. O ginecologista, então, encaminha a paciente a um psicólogo ou psiquiatra, que vai analisar se existe ou não distúrbio e qual o tratamento adequado.

Nos casos mais leves, a psicoterapia ajuda bastante, diz Navajas. 'Os benefícios são inúmeros', diz ele. Para Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP), nessas situações, o melhor são tratamentos alternativos, como relaxamento, produtos fitoterápicos. Em algumas situações, porém, será preciso entrar com medicação. Mas, assim como qualquer remédio na gravidez, o uso dos antidepressivos também requer muito cuidado.
Enquanto por um lado há estudos que apontam que esses medicamentos usados pela mãe não são uma causa de problemas físicos sérios em recém-nascidos, um estudo dinamarquês publicado no British Medical Journal revelou que os antidepressivos fluoxetina, sertralina e citalopram aumentam o risco de a mulher ter filhos com problemas cardíacos. “Até o ano passado, a fluoxetina era uma medicação de baixo risco para o feto. Mas estudos mostraram que ela também poderia acarretar problemas de malformação no bebê”, diz Nogueira.

Embora, segundo Alexandre, não exista um antidepressivo que possa ser indicado para a gestante com 100% de segurança para o bebê, em casos graves é fundamental o médico avaliar o risco-benefício daquela medicação.

Mas se a depressão for muito grave, o melhor é tomar o medicamento. Até porque um quadro extremo não tratado também pode prejudicar o feto e levar a episódios depressivos no pós-parto. 'O cansaço de cuidar do bebê, a insegurança, a mudança da dinâmica familiar, tudo contribui para que os sintomas piorem no puerpério', diz Sue Yazak. Por isso, nessa hora, é melhor mesmo procurar ajuda. E não apenas a dos médicos. Conversar com amigos, dividir tarefas, descansar e reduzir a carga de trabalho diminuem o estresse sobre a mulher e ajudam a melhorar os sintomas. E, principalmente, tentar se livrar da culpa. A pressão para que tudo saia perfeito é grande, a idealização também. Ninguém aguenta um peso desses. Por isso, é melhor depositar a carga no chão e ficar mais leve, mais sossegada. Por você e por seu bebê.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Camiseta para Grávidas




A camiseta “Operating System Loading - Please wait 9 months (Sistema Operacional carregando - Por favor espere 9 meses), está a venda naFindGift por USD$36.
fonte: Gizmodiva